há uma sede de ânsia na qual uma esperança sorveu.
há um querer ingénuo como sorriso-infância que ele não escondeu.
há a vontade das coisas; muitas,poucas, fortuitas, loucas.
há uma voz que por dentro implode e a outra quando explode:
é tão-só um desvanecer em vozes roucas.
há a " é a última vez!" - grito vão de repentina tempestade.
há a mão trémula, o arrependimento do que fez.
há ânsia que por segundos morreu que acorre de novo ao corpo seu:
quando o corpo esperado não respondeu é ainda maior a ânsia que o invade.
Sem comentários:
Enviar um comentário