30/05/10

foda-se.

Assolado por uma estática estupidez. 
Inertes movimentos de um olhar vago.
Um sem-fim de tormentos, enfim, inexistentes.
E…o sabor amargo de saber tudo isto, permanecendo,
estático, na estupidez.

Ainda embriagado na desilusão das últimas horas do dia precedente. Perco o hoje. Perco um dia por um outro que foi ontem. Quem sou eu para desperdiçar dias quando os mesmos estão contados? Um mortal estúpido; estático em vagos movimentos de um olhar inerte.

1 comentário:

  1. comentário como quem diz: "ora usa menos pontos finais. deixa o verso livre, curto - talvez- , fluido com o seguinte, sem que seja na essência alomórfico, mas antes umas quase poesia "prosaica" (de prosa e não de corriqueiro), onde a escrita se possa tornar proclítica.
    no fundo, em vez de "poesia prosaica", eu tentava a prosa poética. (:

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